"2ª Divisão Fase Final...
..por seu lado o Évora desloca-se ao sempre difícil terreno do Lamego e não seria de estranhar um resultado negativo"
in andebolmais.blogspot.com
SC Horta x FC Porto
segurança. O ABC jogando contra o tempo e contra o resultado desfavorável tentou tudo para contrariar a tendência, mas o Sporting mais concentrado e mais sereno conseguiu manter essa vantagem e mesmo ampliar para 3 golos de vantagem com que terminou o encontro.
Depois de ter vencido na Madeira, a equipa insular sabia que podia jogar aqui uma cartada decisiva e arrumar a questão. Contudo o Belenenses sabe-se que à partida é sempre um adversário extremamente complicado em sua casa. E assim foi. Um jogo equilibrado e competitivo do primeiro ao ultimo minuto de jogo onde tudo podia acontecer. Apesar de ao intervalo o Belenenses ter uma vantagem de 4 golos(15-11), o Madeira SAD sabia que poderia inverter esta tendência.
FC Porto 34 - 26 SC Horta
Madeira SAD 30 - 25 CF “Os Belenenses”
SL Benfica 37 - 23 Liberty S. Bernardo
ABC SAD 28 - 30 Sporting CP
Os jogos da 2.ª mão disputam-se na próxima quarta-feira, 22 de Abril.
Clica AQUI para consultar o calendário completo dos jogos do Playoff 09

3. Começou mal, logo nos contornos que rodearam o primeiro jogo, com a FAP a nomear como Observador dos árbitros o actual Presidente de Andebol da Associação de Évora e ao não sancionar o Évora pelas cenas lamentáveis ocorridas no final do jogo com pressões, ameaças, gritos e agressões por parte dos dirigentes, técnicos e jogadores do Évora.
4. Continuou mal, na decisão do Conselho Técnico em julgar procedente o Protesto do Évora e mandar repetir o jogo, sem razões que o justificassem.
5. Acabou mal, com o indeferimento do nosso Recurso pelo Conselho Jurisdicional e a consequente validação do segundo jogo realizado em Évora.
6. Quem conheceu todo este processo apercebeu-se do amadorismo com que tudo decorreu por parte da FAP. O Processo levantado na FAP não obedeceu aos parâmetros e formalismos, requisitos fundamentais para que seja garantida a transparência e o rigor indispensáveis que devem presidir a estas situações. Nem com toda a boa vontade, se pode considerar o conjunto de documentos que nos foram mostrados no dia 20 de Março na sede da FAP, um processo minimamente estruturado. O que a FAP nos facultou foi um conjunto de documentos desgarrados, uns assinados, outros nem isso, alguns ilegíveis e sem qualquer critério organizativo. Em boa verdade nem sequer existiu processo, digno desse nome.
7. As decisões tomadas, primeiro pelo Conselho Técnico e depois confirmadas pelo Conselho Jurisdicional causam-nos uma enorme perplexidade. Entre outras deficiências argumentativas, o protesto elaborado pelo Évora não estabelecia um nexo de causalidade entre o erro da arbitragem alegado e a sua interferência no resultado do jogo, sendo esta normalmente a primeira condição da admissão do protesto. Essa relação, apesar de ser uma exigência legal indispensável para um eventual provimento, nunca foi feita em todo o Processo e o acórdão do Conselho Jurisdicional afirma que os factos estão subentendidos! No mínimo é surpreendente este argumento! Em termos jurídicos, dizem-nos vários juristas que é uma aberração! Como é que se faz o contraditório sobre alegados factos subentendidos?
8. A validação das imagens produzidas pelo Évora é inédita. Em nenhum fórum judicial do país esse tipo de imagens tem sido aceite. Nem mesmo na justiça desportiva das outras modalidades, designadamente o futebol, onde apenas se consideram imagens recolhidas por entidades oficiais ou independentes. Não foi esse o julgamento dos órgãos que aplicam a justiça na FAP.
9.Durante todo este processo estivemos sempre sozinhos em termos institucionais. A Associação de Andebol de Setúbal (AAS) e o seu Presidente alhearam-se completamente, como se não fosse nada com eles. Nem sequer uma palavra de solidariedade lhes foi ouvida. O que, em boa verdade, não nos surpreende. O senhor Presidente da AAS tem primado pela ausência nos momentos em que comemorámos as diversas vitórias conquistadas no último ano. Somos hoje o clube da AAS com maior número de praticantes de andebol, com está a fazer o trabalho mais consistente nas camadas mais jovens e o que mais vitórias trouxe para o Distrito de Setúbal. Mas o senhor Presidente acha que não é nada com ele.
10. As nossas armas são apenas as colocadas em campo, de forma correcta e com fair play. Muito provavelmente as armas do nosso adversário neste processo ultrapassam largamente esse âmbito. Por isso afirmamos que, neste caso, fomos vítimas de uma gritante injustiça e a verdade desportiva não foi respeitada. Mas continuamos de cabeça levantada e vamos ultrapassar esta situação como campeões que somos. Temos um Departamento de andebol e uma equipa de andebol sénior de elevadíssima qualidade. Estamos a fazer um magnífico trabalho, já amplamente demonstrado. E em termos psicológicos saímos por cima desta situação. Pautámos o nosso comportamento com ética, com honra, com lisura e com transparência. Temos a consciência tranquila. Outros não a terão assim tanto! "
Fonte: Site Oficial CCR Alto Moinho
